
Notícias, histórias e experiências vividas por aí.



Junho é o mês de transição, onde as duas equipes da AIESEC ficam em São Paulo juntas, uma passando conhecimento para a outra. Dessa vez são 12 pessoas que fazem parte da diretoria da AIESEC, e de novo, vêm de todos os lugares do Brasil.

Encerramos a transição em Poços de Caldas, em Minas Gerais, onde fizemos o planejamento da próxima equipe. E no final do mês, acabamos com um evento formal de apresentação dos resultados, e uma festa "totalmente informal" com o pessoal da AIESEC.


O pessoal da aula tinha mais porque passavam mais noites baixando. Eram sempre as mesmas. Várias do Aerosmith. As do Guns nem tanto porque só 10 eram boas e o resto pareciam todas iguais. Quando a gente queria ouvir uma música mais agitadinha colocava Sweet Child o' Mine ou Knocking on Heavens' Door. Aí as mais leves eram Patience e Don't Cry.
Aerosmith tinha um monte de álbums, mas a gente só gostava do Get a Grip e do Nine Lives, além do Big Ones, que era coletânea. Tinha uma música, a Janie's Got a Gun, que todo mundo gostava, mas essa é muito ruim.

Tudo isso ia pra lista do Winamp.
Eu acho que a gente deve ser a última geração que ouvia essas coisas. E foi isso que tocou ontem a noite no Morrison, para o pessoal que nasceu entre 80 e 90.

"Todo ano se reúnem em algum canto do mundo em torno de 100 países, representados pelo presidente atual e eleito, para discutir os rumos da AIESEC no mundo. O International Presidents Meeting (IPM) é de longe a melhor das conferências que eu já pude participar pela AIESEC. Estive no International Congress (IC) na Turquia em 2007, em que participam 700 pessoas espalhadas pelo mundo, mas não se compara a qualidade do IPM. No IPM são 200 pessoas, sendo que metade são os presidentes eleitos, "a minha turma", e por passar 12 dias trabalhando e fazendo festa juntos a qualidade dos contatos formados é tão alta que já posso considerar alguns amigos pra vida inteira." International Presidents Meeting 2008


Um ano depois, em fevereiro de 2009, estive novamente no congresso internacional de presidentes, dessa vez na Itália, junto com a Camilla (Millovisk), a próxima presidente da AIESEC.
Eu lembro que o primeiro congresso foi uma das melhores experiências que eu já tive na AIESEC. Já o segundo não tem tanta graça assim. Não sei explicar direito, mas desconfio que seja porque a novidade já passou. Não só em congressos, em viagens, mas em muitas coisas que tenho feito ultimamente. É engraçado, mas parece que essas coisas fora do comum estão virando rotinas, e quanto mais fluência eu vou ganhando nas atividades, menos empolgantes elas ficam.
Mesmo assim, gostei do congresso, reencontrei todo o pessoal e pude tirar uns dias para conhecer Roma.
Acho que, junto com Paris, é a cidade mais bonita que eu conheci. A diferença para as outras é que os monumentos e prédios históricos estão espalhados por todo o lugar, ao invés de concentrados.
O “Steering Team” é um grupo de 10 presidentes de AIESECs, 2 representantes de cada continente, selecionados para discutir com a AIESEC Internacional os rumos da organização para curto e longo prazo. Nessa semana nos reunimos no escritório da AIESEC Internacional (AI), em Rotterdam, na Holanda, por 5 dias. Muito interessante. Como não existe nada acima da AI, podemos sugerir qualquer coisa que quisermos fazer, sem limites. A única restrição é que as decisões devem ser aprovadas pela maioria dos 100 presidentes das outras AIESECs, numa conferência que vai acontecer em fevereiro.
O que deu para perceber nesse tipo de encontro foi basicamente que:
1. A organização está nas nossas mãos e a decisão que tomamos serve para 100 países, 1.000 escritórios e 30.000 pessoas. O poder de influência é muito grande já que os “donos” da AIESEC, por se tratar de uma associação, são os presidentes de países, e não a AIESEC Internacional.
2. É muito difícil fazer uma idéia “passar”. O impacto que uma decisão global tem é muito grande, tem que avaliar muitas coisas, entender o contexto histórico, analisar riscos e oportunidades. Geralmente para melhorar uma coisa podemos estragar outra ou arcar com riscos muito altos. Parece que nada é simples, e isso deu para ver claramente nos vários minutos de silêncio que tivemos naquela sala de reuniões a cada impasse em que chegávamos.
Antes do encontro tive um dia livre em Amsterdam. Que cidade sensacional, excelente para jovens, muito mais voltada à qualidade de vida e a liberdade do que à ordem e regras. Estava junto com a Lilian. Passeamos por algumas ruas principais, comi umas batatas fritas com maionese, passamos por alguns pontos turísticos, coffee shops, museu da Heineken... e pegamos um trem para Rotterdam no final da noite.
Rotterdam é uma cidade mais pacata. Não tem muito o que fazer, o comércio fecha cedo, está sempre nublado, todo mundo anda de bicicleta e mais de 50% da população é internacional.
Na sexta à noite conhecemos uns membros da AIESEC na Bélgica e na hora decidimos pegar carona com eles para Bruxelas. Fui com o Lucas, presidente da AIESEC na Colômbia. Em um dia completo conhecemos toda a parte central e ficamos pulando de bar em bar provando todos os tipos possíveis de cervejas belgas, sem repetir a marca. A noite encontramos um pessoal da AIESEC e fomos para bares e baladas até às 2h da manhã.
Agora escrevo do trem de Bruxelas para Amsterdam, em meia hora chegamos. A idéia é comprar quilos de wafles que me pediram, tomar um café, dar mais uma volta e pegar o vôo para o Brasil, direto para a Conferência Nacional da AIESEC, em Itapecerica da Serra, mais uma vez.
"A idéia surgiu por volta de 1948, logo após a II Guerra Mundial. Um grupo de jovens de 7 países se reuniram. A verdade é que eles não sabiam muito bem o que fazer, mas estavam certos de precisavam fazer alguma coisa pelo mundo. Olharam para fora e descobriram que os povos precisavam se conhecer melhor, entender suas culturas e desenvolver relações amigáveis entre si. Fundaram o que hoje é a maior organização de estudantes do planeta, a AIESEC.
De 60 anos para cá o mundo mudou diversas vezes, as pessoas mudaram diversas vezes, e, por conseqüência, a AIESEC mudou diversas vezes. A organização sempre teve o propósito de olhar para o mundo, descobrir as necessidades correntes e preparar líderes para atuar nessas necessidades.
Hoje são mais de 30.000 membros espalhados em mais de 100 países, trabalhando a partir de 1.000 escritórios nas maiores universidades do mundo. Cada um desses escritórios seleciona aqueles jovens com maior potencial de liderança, sensibilidade cultural e mais uma série de competências fundamentais para liderar pessoas e projetos. Esse potencial é desenvolvido ao longo da experiência na organização através de uma série de atividades que envolvem planejamento, metas, prazos, recursos, pessoas, avaliações e reflexões.
As duas ferramentas mais poderosas que a AIESEC utiliza como forma de desenvolvimento são os “cargos de liderança” e os “intercâmbios”.
Cargos de Liderança
Todo membro, depois de um certo tempo na organização, tem a oportunidade de coordenar uma equipe de no mínimo 3 pessoas. Os cargos de liderança vão desde posições de curto prazo (3 a 6 meses) que gerenciam processos seletivos de membros, eventos e projetos ou posições de maior responsabilidade e prazo (1 ano) responsáveis por áreas gerenciais como Marketing, Finanças, Recursos Humanos, Intercâmbios e Relações Corporativas ou até mesmo a Presidência do escritório.
Intercâmbios
Milhares de empresas em todo o mundo optam por ter membros da AIESEC nas suas equipes. Através dos intercâmbios, a AIESEC envia e recebe membros de escritórios de outros países para terem uma experiência profissional (de 6 meses a 1 ano) nas suas áreas de estudo/formação. A empresa ganha um ambiente dinâmico, internacional e inovador, e os membros da AIESEC ganham um entendimento cultural, experiência profissional e internacional.
Após todas essas experiências, os membros saem da organização. A AIESEC não quer que os membros fiquem; quer ver seus membros na rua, no mercado, aplicando essa experiência nas necessidades do ambiente externo. A missão da AIESEC é formar agentes de mudança capazes de criar um impacto positivo na sociedade.
Um agente de mudanças é uma pessoa com um entendimento cultural necessário para perceber o ambiente e as mudanças necessárias nele e possui uma série de competências que o permitem liderar pessoas para atingir resultados.
Como a AIESEC faz isso? Aqui estão alguns segredos.
Se em 1948 o mundo precisava de relações de paz, em 2008 acreditamos que é preciso desenvolver agentes de mudança para isso, e é este tipo de experiência que estamos proporcionando para mais de 2.000 pessoas em todo o Brasil."
Tudo muito aprofundado e bem embasado. Não sei se vai dar pra entender, mas pode ter certeza que o MC entendeu muito bem cada um desses pontos.
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Vou resgatar minha câmera e voltar a postar aqui, com mais freqüência e mais fotos.












Dessa vez fui "MUITO MAIS" preparado para a viagem do que das outras vezes: imprimi um guiazinho de Londres para ler no avião, coloquei no bolso o endereço da AIESEC e comprei alguns Euros com os trocos da feira. No caminho ainda pensei: "que merda, devia ter planejado melhor a parte 'não-trabalho', vou viajar sozinho nesses dias e nem sei onde ficar, que saco ter que procurar albergue"...
Que nada, AIESEC não funciona assim não. Cheguei no escritório e já tava a galera lá, sem sapato, brincando com uns balões, bebendo coca-cola, ouvindo música: "Aeeee Brasiiiil!!! Aqui ó, você vai ficar na casa da Ariane junto com os outros, amanhã vamos sair pra conhecer Londres, hoje vamos ver Rússia X Espanha num pub, já bebeu Guinness?"
No segundo dia acontecem reuniões individuais, país com país, com o intuito de saber que perfis de intercambistas um país pode enviar e que perfis um país pode receber. Assim a gente fechava as parcerias do tipo "você me envia 25 poloneses da área técnica com esse perfil aqui e a gente envia 15 brasileiros para trabalhar com ONGs aí".
É simples, rápido, e funciona.
Voltei com todas as parcerias embaixo de braço para começarmos a trabalhar aqui e, como os presidentes se conheceram bem e negociaram cara a cara, existe um comprometimento muito grande em fazer os negócios funcionarem. Por isso a necessidade de todo mundo viajar até o Reino Unido para essa reunião.
Trabalho feito, tive mais uns dois dias em Londres. Deve ter uns 50% de ingleses e outros 50% de estrangeiros na cidade. Tem uma Starbucks em cada esquina. Arquitetura muito antiga X arquitetura muito nova. Produtos ótimos nos supermercados. Várias lojas. Carrões. Muitos carrões. Gastronomia, música, muita cultura. Os melhores pubs, com as melhores cervejas. Eu devia ter nascido lá.
Ainda na volta atrasou meu vôo, perdi minha conexão em Paris e tive que esperar 12 horas até o próximo vôo. Já sabia o que fazer. Liguei pro Hugo, aquele meu amigo que mora lá:
"Fala cara, é o Conrado! Nem me pergunta nada, mas tô aqui em Paris de novo sem querer. Onde que a gente se encontra?"
Então tá na hora de eu apresentar oficialmente os novos vice-presidentes da AIESEC no Brasil, que ficam de julho de 2008 a julho de 2009. Se preparem, tá aí a galera:
Bernardo Guimarães (Bê)
Vice-Presidente de Intercâmbios
Rio de Janeiro, RJ
Blog: http://qualoplano.blogspot.com/
Markel Oliveira
Vice-Presidente de Desenvolvimento
Brasília, DF
Pablo Roos (Super)
Vice-Presidente de Finanças
Santa Maria, RS
Cintia Prates
Vice-Presidente de Desenvolvimento
Maringá, PR
Blog: http://cintiaprates.blogspot.com/
Lubianca Motta (Lubi)
Vice-Presidente de Gestão de Pessoas
Porto Alegre, RS
Arnaud Ly
Vice-Presidente de Gestão da Informação
Montreal, Canadá
Lilian Melo (Li)
Vice-Presidente de Relações Externas
Belo Horizonte, MG
Marcelo Guimarães (Marcelinho)
Vice-Presidente de Marketing
Belo Horizonte, MG
Blog: http://marcelinhoaiesec.blogspot.com/
Conrado Kaczynski
Presidente
Porto Alegre, RS
Blog: http://conradoaiesec.blogspot.com/
O time está montado, as metas e o planejamento feito e a transição finalizada... tenho que dizer que nunca estive tão positivo e otimista com um time com quem eu ia trabalhar quanto esse aqui. São as pessoas ideias. Tá tudo pronto.






Dia 11 – Segunda-feira, 7 de abril
Arrumando as malas pela última vez caiu a ficha que havia terminado o meu trabalho como coach dos ecritórios. Na verdade ainda vou acompanhar os meus 7 escritórios virtualmente e ainda tenho que terminar reuniões com a PUC e a FGV em São Paulo, mas a parte de viver viajando, de conhecer gente, lugares, música, comidas, sotaques e cultura, tinha acabado. Não sei se eu fico feliz ou triste, mas de qualquer forma eu estava nervoso, ainda não sei por que. Fechei o zíper da mala, passei num shopping para comer um sushi e logo estava no ônibus em direção a Brasília para pegar meu vôo para São Paulo.
O Airbus A320 da TAM acabou de decolar e, apesar de este ser o 13º avião que pego desde o começo deste ano, ainda acho uma das coisas mais lindas do mundo as luzes da cidade lá em baixo e as nuvens baixas iluminadas por elas, tanto que fico grudado na janelinha igual a criança. Faço questão de marcar sempre na janelinha, já avisei isso a Nana, que é quem compra minhas passagens.
O congresso mesmo começa no dia 18, por enquanto estamos em reuniões com os países da América Latina combinando e planejando algumas coisas. Amanhã vamos para Ohrid passar 10 dias no International Presidents Meeting (IPM).
E tá nevando na rua! :)

Quando finalmente acabou a porra da conferência que tivemos no final do ano, a CONAL 2007, fizemos uma ceia de Natal no MC, com direito a queijos e vinhos, perú, fiesta (não sei o que é, mas comi), Chandon e aqueles arroz com passas que as tias sempre fazem - que foi a Nana que fez, by the way. E eu pude voltar pra casa finalmente.
Fomos de carro, rindo constantemente, eu, o Renato (amigo meu de Porto Alegre que mora em São Paulo) e o Blattes (que tá trabalhando aqui comigo). Não posso deixar de mencionar que no meio do caminho tive que fazer o Renato parar na estrada pra eu comprar uma jaca para minha mãe. Assista ao vídeo, vale a pena:
Fui a Porto Alegre. Ceia de Natal muito simples, só eu, meus pais e meu irmão, já que a família não estava em clima de festa por causa da minha vó e porque meu vô (da família do outro lado) estava muito doente no hospital. Mas quando reúne nós 4 a gente se diverte demais, meu pai fica soltando piadinhas múltiplas, minha mãe contando histórias, meu irmão arrotando e rindo e eu falando como é engraçado morar em São Paulo com 20 pessoas.
Aí fiquei uma semana em casa comendo doce de jaca que a minha mãe fez e trabalhando na postulação: decidi me candidatar para presidente da AIESEC no Brasil, acho que o negócio vai ter que ser comigo no ano que vem. Usei mais de 50 folhas de rascunho para escrever minhas idéias e desenhar esquemas, e depois de boas horas gastas terminei o documento de 14 páginas respondendo o que eu tinha que responder para ser oficialmente um candidato. Enviei e fui tirar férias.
Meu irmão me convidou para ir com ele para Santa Catarina, com barracas, mas sem muito destino. Aí sim, férias completas! Não fiz pooooorra nenhuma. Virei hippie por uma semana em uma cena do inferno: deixei a barba crescer, levei 2 bermudas e 3 camisetas, só, tomava banho em intervalos de tempo mais longos que a média e passava os dias tomando chimarrão e as noites cerveja, me arrastando pelos cantos com os olhinhos fechados e falando devagar. Teve um dia em que eu não falei quase nada e fiz tudo devagar. O camping da Guarda do Embaú era mágico: habitado por hippies, exalava aromas de churrasco, maconha e terra molhada.
Às vezes íamos para as praias, às vezes ficávamos sentados olhando um para a cara do outro, às vezes íamos visitar as gurias que tavam numa casa ali perto fazendo festa 24/7. Num desses eventos, numa churrascada no primeiro dia de 2008, meu pai me ligou: "teu vô faleceu". É, verdade. Fui pra beira da praia com o meu irmão, chorei por vários minutos, dei uma passada na festa e me retirei pra barraca. Decidi não fazer nada naquela noite, em homenagem ao velho que eu gostava tanto. Foi foda de novo, que merda. Depois fomos para Florianópolis, na Praia dos Ingleses, em outro camping. Mesma coisa: praias, trilhas, churrasquinhos, etc.

Como minha criatividade estava gasta de tanto trabalhar, aproveitei as férias para reciclar a cabeça. Li Buckovisk, Paulo Coelho e a revista Piauí (recomendo a todo mundo), convivi com surfistas-hippies-tomadores-de-ácido-e-chá-de-cogumelo, e utilizei a técnica mais fundamental para o desenvolvimento da criatividade: fiquei no silêncio e no ócio. Eu tento ser criativo e autêntico no meu trabalho, mas quando alguém cria coisas novas e passa a usá-las por muito tempo, elas deixam de ser novas e as próximas coisas criadas passam a ser cópias da própria autenticidade.
Hehe, que viagem, tô pronto pra mais 6 meses!
LC Coaching - a primeira coisa foi montar toda a estrutura de coaching que os escritórios receberiam. Como a gente tem muitos escritórios e muitos coaches - e os coaches mudam todo o ano - teve a necessidade de colocar tudo no papel através de um método, aí não precisa depender tanto da experiência do coach.
Com treinamentos de capacitação e de uso do método o negócio funciona.
Functional Coaching - mais recentemente estruturei também o coach para Vice-Presidentes de escritórios, que é feito por cada Vice-Presidente daqui do MC. (e como esses são documentos internos, eu posso fazer piadinhas com as capas o quanto eu quiser, aí a criatividade me tira algumas horas de trabalho sério por dia)
Revisão da SONA - State of the National Association é uma avaliação que enviamos para todos os escritórios a cada 3 meses e eles nos retornam com os resultados de todos os indicadores que queremos medir. O que foi feito é uma revisão dos indicadores que mensuramos e umas mudanças nas perguntas.
LC Cluster and Rank - já exisita antes, o que eu fiz foi criar um modelo completamente novo de avaliar e classificar os escritórios (Local Committees) de acordo com os resultados comparados às metas e com os indicadores mínimos de "saúde" dos processos. O rank não existia antes, agora geramos uma lista a cada 3 meses em ordem de melhor para pior escritório. Os dados para isso tudo vêm da SONA, por isso foi revisado tudo para ficar alinhado.
Guia de Transição - mais recentemente eu e a Mari trabalhamos juntos para lançar para os escritórios um documento para guiar toda a transição. Como as diretorias dos escritórios mudam todo ano em janeiro, a gente precisa garantir que a transição de conhecimento da equipe antiga seja bem feita para a nova equipe, e que todas as equipes no Brasil estejam aprendendo a mesma coisa.
Job Descriptions -
CEED - difícil de explicar essa sigla, mas basicamente o que foi feito é um programa para que pessoas dos escritórios da AIESEC possam trabalhar em qualquer outro escritório da AIESEC por um certo tempo. O kit que montei explica como fazer esse programa, dá toda uma preparação e já falei com a Nana reservar uns milhares de reais no orçamento para pagarmos as passagens de alguns desses programas.
Isso tudo é trabalho que foi feito do escritório de São Paulo, onde passo metade do tempo. A outra metade é nos escritórios mesmo, no que chamamos de visitas de coach. Como já postei sobre isso no Blog anteriormente, aqui está o link para: Resultado das visitas de coach.
De julho a dezembro foi isso que foi feito para desenvolver os escritórios da AIESEC no Brasil. Ano que vem tem mais.
Team Days II
A cada 3 meses o nosso time pára por 4 dias para rever o planejamento, resolver os problemas e planejar os próximos meses. Fomos para um hotel-fazenda em Itapecerica da Serra, como da última vez. Só que esse evento foi abaixo das expectativas, achei que eu fosse sair mais preparado e empolgado de lá. O time deu uma piorada, não é mais aquela maravilha como no começo, as pessoas já estão se estressando umas com as outras pelo fato de trabalhar e morar juntas e por aí vai. Que nem casamento.




"Como um flash no quarto escuro ou um jato rompendo a barreira do som, um clarão rompe o predominante breu do banheiro de baixo. Faíscas surgem e somem em frações de segundos deixando transparecer a silhueta móvel de um homem tomado pelo medo buscando uma fuga para a vida. Pavor. Silêncio. Fumaça. Eu estou inteiro, ele está vivo e de pé retomando a consciência. Alívio e uma explosão no coração. Sua primeira expressão ao perceber que a vida lhe deu mais uma chance para continuar vivo:
Campanha "Mande um e-mail pro Marco Túlio com o título 'Frases antes de morrer...'": mtkaiesec@gmail.com. Se você conhece o Marco Túlio ou não, não importa, escreva para ele com esse título perguntando se ele está bem, dando dicas de corrente elétrica em residências ou simplesmente tirando sarro.
AIESEC International Congress 2007
Viagem por Istambul, Turquia
Nessa primeira rodada foram 68 dias de trabalho em 10 escritórios.
15 cidades visitadas que eu não conhecia antes.
Foram 113 horas nos 12 ônibus e 4 aviões que eu peguei, o que totaliza 11.753 quilômetros percorridos.

Nos escritórios somou um total de 102 reuniões com 92 pessoas diferentes, o que fechou em 164 horas em reuniões.
E o pessoal me levou nesse período de 3 meses em 39 bares, restaurantes e baladas. E no total foram tiradas 1070 fotos.
O negócio começa bem antes de eu viajar, lá no escritório de São Paulo, onde a gente idealiza como vamos desenvolver os 25 escritórios da AIESEC pelo Brasil. E daí faço o meu calendário de visitas, que demora dias até negociar datas com todos os escritórios e encaixar tudo na apertada agenda que temos.
Quando chega a hora de pegar a estrada, são eleitas as poucas roupas e equipamentos que vão me acompanhar por uns 2 ou 3 meses. Levo nas costas a casa (o mochilão) com roupas e o escritório (a mochilinha que vai acoplada no mochilão) com o notebook, CDs, revistas, Dramin (para dormir nos ônibus infernais), etc.
Mas ficar na casa da Aninha e do Vítor por 2 semanas é a melhor das experiências. Como eu já conhecia eles da viagem que fiz pro México e considero esses dois umas das melhores pessoas que conheci na AIESEC, agravado pelo fato de a mãe deles ser tão receptiva, hospitaleira e "quer-sorvete-então-vai-lá-na-geladeira-e-pega" como a minha, estava em casa.
(no meio das plantações de cana, a estrada cheira a açúcar)

Além de alguns eventos, nesse último fim de semana teve em Salvador um treinamento para toda a gente nova que entrou. Me convidaram, antes da visita, para eu ser o "Chairman" desse evento, uma espécie de anfitrião, que faz a abertura e fechamento, conta um monte de história, faz o pessoal rir, dançar e não parar quieto. Aceitei. Aí como eu trabalharia no sábado e no domingo com eles, resolveram fazer as reuniões que eu tinha durante a semana em lugares "não-escritórios", sempre intercalando trabalho com passeios túristicos...
Dessa vez nem saímos muito, comparado às outras cidades que eu fui, mas toda a noite terminávamos tomando cerveja e fumando alguma coisa (narguile, cigarro de palha...) na casa queimada do Marcelinho (O Marcelinho é figuraça, é o presidente da AIESEC de Belo Horizonte. E sim, ele colocou fogo na casa).
E não tem nada de muito típico de lá não, o que é típico no Brasil inteiro tem lá, só isso. Tipo pastel e caldo de cana na feira.

Não subi no Cristo. Achei desnecessário, custa uma grana e não tem o que fazer lá em cima a não ser olhar pra baixo. Deixa pra próxima.
No dia 9 foi meu aniversário, achei que ninguém ia saber mas como o pessoal do MC DIVULGOU PRO PAÍS INTEIRO POR E-MAIL o pessoal do Rio marcou uns barzinhos e também um lugar chamado Bukowski que só toca rock (o pessoal tava ligado que eu curto esses esquemas). Saí todas as noites lá no Rio, só ontem que não.
Tá ae uma parte do escritório da AIESEC no Rio de Janeiro.
Tive umas reuniões muito boas com o pessoal, principalmente uma de três horas em que montamos toda a estratégia pros caras crescerem os números deles lá. Acho que vou aplicar essa nos outros escritórios que eu for, porque foi realmente muito boa.
Quando não tava trabalhando, aproveitei minhas noites pra me entupir de empadinha de bacalhau, caldo verde e cachaça nos butecos...
...caipirinhas de todas as frutas imagináveis...
...caminhar rápido olhando pros lados com medo de assalto em Copacabana e Ipanema...
...e conhecer os lugares onde surgiram as músicas mais clássicas da bossa nova.
Entendi uma coisa que sempre me deixou curioso. Os centros históricos das capitais da América Latina são muito parecidos, só no Brasil que era diferente. Caminhando pelo centro do Rio deu pra ver a semelhança com Buenos Aires, Lima, Mentevideo, La Paz, Cidade do México, etc, já que o centro se estruturou junto com os outros países quando o Rio era capital. Ou seja, o centro histórico clássico do Brasil tá no Rio, é óbvio. Eu que era burro.
Destaque pra Tabacaria Africana na Praça Quinze que, além de ser a primeira tabacaria do Brasil, tem o melhor capuccino do mundo (e um cheiro muito bom de tabaco e madeira)...
Dessa vez pude assistir do outro lado. Aliás, to muito feliz com o pessoal com quem eu trabalho. Pra organizar esse evento, que foi nosso primeiro, não teve stress nenhum, tudo ocorreu tranqüilamente dentro dos prazos, a qualidade foi excelente e recebemos muitos elogios do pessoal.
Amanhã já to indo viajar de novo, mais uma semaninha. Rio de Janeiro dessa vez!
Por ser uma cidade universitária (a UNIFEI tem as melhores faculdades do país em certas áreas), o pessoal se divide por repúblicas. Quase todo mundo mora em uma república. Eu não tô falando de uma casa compartilhada, é muito mais que isso. É como se fossem famílias, times em uma gincana, ou como aquela nave do Matrix onde eles vivem juntos. Cada república tem um nome e passa a ser conhecida por ele. A que eu tava se chamava Salomé (diz que os caras foram na zona e encontraram uma puta com esse nome). As repúblicas organizam eventos, festas, reencontros de ex-moradores, possuem camisetas, canecas, faixas e pinturas na fachada da casa. Os caras passam os dias bebendo cerveja (barril de chopp, coisa profissional) e comendo aperitivos (carne com cebolinha, pãozinho, lingüicinha, torresminho, coisa profissional). E nas horas vagas estudam na UNIFEI.
De lá fui para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, dessa vez para passar 3 dias. Uberlândia também é uma Extensão da AIESEC e eu fui para montar o Planejamento Estratégico para os próximos 12 meses.
Vitória é sensacional, muito melhor do que eu esperava. Cidade com cara de praia, lembra Florianópolis até, moram pouco mais de 200.000 pessoas, acho que conheci quase tudo o que tinha para conhecer lá na semana que estive. É interessante porque no sul a gente quase nem ouve falar do Espírito Santo, eu nem sabia o que era a palavra "capixaba", jamais pensei que um dia fosse pra lá. Vai algumas fotos ae:
O escritório da AIESEC em Vitória tá muito bom, agora eles estão entre os três melhores escritórios do Brasil. São 9 diretores e quase 90 pessoas trabalhando lá. Os processos estão bem organizados e a energia dos caras chama a atenção, todo mundo trabalha um monte, faz festa, todos sempre de bom humor. Um prazer enorme trabalhar com aquela gente.
"Cu, porteira redonda,
Cercada de fios de cabelo,
Por onde passa o sinuelo,
Das tropas que vêm do bucho.
Pra conservar as tuas pregas,
Não precisa muito luxo.
É só limpar com macegas,
No velho estilo gaúcho.
Te saúdo, cu de índio chucro,
Sovado de tanta bosta,
Porque coragem tu mostra,
Quando a merda vem a trote,
E se ela é meio dura,
Devagar tu não te apura,
Pra evitar que te maltrate.
Cu, velho cu miserável,
Sempre de boca pra baixo,
Pois sendo cu de índio macho,
Desses que cagam em tarugo,
E nunca deixa refugo,
Se alguma merda carregas,
É só limpar com macegas,
Ou mesmo usando um sabugo.
Cu, mártir do corpo,
Malquisto e desprestigiado,
No mais das vezes, cagado
E inferrujado na rosca.
Teu destino é coisa tosca,
Pois enquanto a vida passa,
A boca bebe cachaça,
E tu sempre à juntar moscas."
(minha prateleira!)
(aí a minha mesa ó!)
No próximo post eu quero escrever sobre como vai ser o meu trabalho aqui e a agenda para o ano. Eu tô ansioso demais, tem muito chão pela frente to vendo que vão faltar horas nos dias. Só sei que nesse fim-de-semana eu vou descansar para começar a guerra na segunda.

Bárbara Teles (Babi)
Conrado Kaczynski (Eu, no caso)
Porto Alegre, RS
Vice-Presidente de Desenvolvimento
Deyliane Rangel (Nana)
Mariane Cortat (Mari)







A partir de segunda-feira dessa semana começamos a transição em si. A agenda está montada para o mês inteiro, dividida em blocos por semana. Essa primeira semana foi focada em perspectivas históricas e contextualização, por isso tivemos treinamentos sobre história mundial, história da América Latina e do Brasil, evolução da AIESEC e tudo o que aconteceu antes para chegarmos do jeito que estamos hoje.
As reuniões e treinamentos são feitos pela manhã e temos as tardes para trabalhar diretamente com a pessoa que vamos substituir a partir de julho, no meu caso a Bárbara, atual Diretora de Desenvolvimento.
Por enquanto tudo está indo tranqüilo, não temos atrasos na agenda, não temos que trabalhar demais e o clima entre todo mundo na casa é excelente. E a gente aprende pra caralho todo o dia.

Resumindo: essa conferência bateu todos os recordes, no total eram em torno de 600 pessoas, sendo 10 do Comitê Organizador (logística), 20 facilitadores, 40 empresários, 12 parceiros e um orçamento de R$ 120.000,00.
A parte mais emocionante é quando a gente é apresentado como a nova diretoria da AIESEC no Brasil e subimos correndo no palco ao som de Elevation do U2 para falar as primeiras palavras para todo mundo :)
Essa semana eu começo a minha transição, onde vou ter uma série de reuniões com a Bárbara (a guria que faz hoje o trabalho que eu vou fazer) para aprender a função. A partir de junho chega todo mundo e começamos a transição da equipe de antiga para a nossa. Vou aproveitar essa semana enquanto não começa a parte pesada para me ajeitar em São Paulo, arrumar meu quarto, abrir conta na locadora, me inscrever em alguma academia e conhecer o bairro.
Vista aérea (Zona Sul)

Usina do Gasômetro
Estádio do Grêmio (vista da minha casa)
Cavanhas
Parque da RedençãoFree-way, indo pra praia
Vista aérea noturna (Zona Sul)

(clica pra ampliar)
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UPDATE: Valeu por terem vindo pra festa de despedida, foi do caralho! Pelo o que a gente contabilizou vieram em torno de 60 pessoas, nunca tinha visto minha casa tão cheia. Temos que fazer mais dessas.
Nana Rangel, 22, Vitória/ES, Vice-Presidente de Finanças





A Conferência
A AIESEC num nível mais global é impressionante, as altas expectativas que eu tinha foram atingidas nessa conferência. Depois do SDL de 2004, a minha primeira conferência da AIESEC, o AXLDS 2007 foi a mais inesquecível e destruidora de todas as conferências que eu já fui. Como os participantes são só Presidentes de Comitês e Diretores Nacionais, o nível de discussão e conhecimento é muito alto. Fiquei impressionado e orgulhoso por descobrir que o Brasil é um dos países mais fortes das Américas, junto com Colômbia, México e Estados Unidos. Ganhamos o prêmio de inovação concedido pela Philips e durante as discussões tínhamos um conhecimento e estratégias bem mais avançadas que muitos dos outros países. Algumas das práticas que a AIESEC Porto Alegre adotou no ano passado, por exemplo, eram novidade e foram muito bem aceitas nas rodas de debates.
Parties & Drinks
O nível de energia do pessoal é altíssimo. Fazia tempo que eu não via uma empolgação tão grande na AIESEC. As festas eram fortes, as bebidas mais ainda, mas no outro dia estava todo mundo de pé discutindo entusiasticamente e fazendo um ótimo trabalho. O primeiro dia foi sensacional, quando foi organizado um imenso Global Village (exposição de artigos típicos dos países participantes) em meio a praça central da cidade de Guanajuato, completado por uma festa explosiva com bebidas típicas de cada país. Eu fiz um vídeo que mostra o nível do negócio:
Backpacking
Depois da conferência tirei alguns dias para dar uma volta pelo México. Não tinha planos nem parceiros, simplesmente alguns dias livres entre o final do congresso e a partida do meu vôo de volta. Consegui tudo durante os dias da conferência. Conversando com uns mexicanos tracei um roteiro bem interessante, e consegui as duas melhores pessoas que eu poderia conseguir para irem comigo! O primeiro foi o Dagan, um americano de Oregon que me impressionou por ser o cara mais inteligente e ao mesmo tempo o mais retardado e engraçado de todas as pessoas que eu conheci. A segunda pessoa, a Aline, de Brasília, que além de me deixar apaixonado pela beleza e simplicidade, foi uma parceira totalmente excelente para a viagem.
O México é um país muito interessante por ter a alma Latina, de colonização espanhola, mas com fortes influências norte-americanas, que se nota pela estrutura das ruas, carros e comerciais que copiam várias das idéias vindas dos Estados Unidos.
O ar seco, a comida apimentada e os exageros de enfeites bregas na aparência das pessoas formam um clima inconfundível em que me lembrava a toda a hora que eu estava realmente no meio do México.
Depois de conhecer um pouco mais da cidade onde estávamos, Guanajuato, fomos para Guadalajara, Tequila (a cidade onde se fabrica quase toda a tequila do mundo) e Cidade do México. Depois do meu mochilão em 2006 pela Bolívia e Peru (http://diariodebordo06.blogspot.com), essa foi com certeza a segunda melhor viagem que eu já fiz. Tá aí o vídeo:
O Felipe bêbado
Cara, isso foi tão engraçado que eu vou ter que colocar aqui no Blog. Quem conhece o Felipe vai ficar impressionado com esse vídeo!
Agradecimentos
Ao MC atual, principalmente Maurício e Coelho por viabilizarem essa experiência e terem dado todo o suporte que eu precisava. Aos brasileiros que foram comigo e formaram a melhor delegação de todos os tempos, a Brazilicious: Maria, Felipe, Camila, Aninha, Boi, Bebeta, Aline e Vítor. A diretoria da AIESEC em Porto Alegre que trabalhou comigo em 2006, Débora, Jota e Letícia (o que vocês fizeram em 2006 foi o que me trouxe até aqui e as bem sucedidas estratégias que vocês implementaram serviram de good case para a SSGN). E a todo o pessoal incrível que eu conheci nesses dias.
O que tu vai fazer lá em São Paulo?
A AIESEC é uma organização internacional - está em mais de 100 países - com o intuito de desenvolver liderança e realizar intercâmbios pelo mundo todo. É formada por um pessoal de 18 a 30 anos, todos estudantes universitários. Aqui no Brasil são 16 escritórios nas principais cidades e um escritório nacional que gerencia isso tudo. Em 2006 fui Presidente da AIESEC em Porto Alegre, e recentemente fui selecionado para trabalhar no escritório nacional da AIESEC no Brasil, o MC (Members Committee), como um dos Vice-Presidentes da AIESEC. O trabalho é muito intenso, extremamente desafiador e ao mesmo tempo muito divertido e meio louco. Vou morar e trabalhar em São Paulo com mais 7 pessoas nesse tempo todo; ainda não conheço o pessoal muito bem, mas to muito otimista em relação a eles porque parece ser uma equipe muito foda.

Quem vai morar/trabalhar contigo?
Das 8 pessoas do time, 6 foram selecionadas, ainda faltam 2:
Maurício Schneider, 30, Santa Maria - Presidente
Bárbara Teles, 22, Belo Horizonte - Vice-Presidente de Marketing
Conrado Kaczynski, 21, Porto Alegre - Vice-Presidente de Desenvolvimento
Mariane Cortat, 23, Brasília - Vice-Presidente de Gestão de Talentos
Marco Kehdi, 22, Ribeirão Preto - Vice-Presidente de Relações Externas
Wendeline Feltz, Holanda - Vice-Presidente de Relações Corporativas
Puta merda, eu sou o mais novo.
Quando que tu vai pra lá?
Vou estar em São Paulo a partir do dia 1º de junho de 2007, e fico 13 meses, até julho de 2008.
Tá, mas e a faculdade?
Paciência, eu sei que faltam uns 5 semestres ainda pra me formar, mas não posso perder essa oportunidade. Vou trancar e depois eu volto e resolvo.
Posso te visitar lá?
Esperem por mais notícias em breve porque muita coisa está para acontecer nesse próximo ano!
Um abraço!